Sinopsis
Um romance extraordinariamente poderoso sobre sexualidade, crueldade e mistério.
Baseando-se na história real de uma das mulheres mais enigmáticas do século XIX, Margaret Atwood escreveu um romance extraordinariamente poderoso sobre sexualidade, crueldade e mistério.
Corre o ano de 1843, e Grace Marks, de dezasseis anos, foi declarada cúmplice e condenada pelo seu envolvimento nos brutais homicídios de Thomas Kinnear, o dono da casa em que servia, e Nancy Montgomery, governanta e amante de Kinnear. Há quem acredite na inocência de Grace; outros dizem que é perversa ou louca. Agora a cumprir uma pena de prisão perpétua, Grace afirma não ter qualquer memória do crime.
Anos mais tarde, um grupo de clérigos e espíritas que lutam para que Grace seja indultada contrata Simon Jordan, um especialista em saúde mental, área científica em expansão na época. Servindo-se de técnicas inovadoras, o jovem médico ouve a história de Grace, fazendo-a recuar até ao dia que ela esqueceu. Será que Grace Marks é realmente uma mulher fatal ou simplesmente uma vítima das circunstâncias e dos preconceitos sociais dominantes? O que encontrará, afinal, Simon quando tentar libertar as memórias de Grace?
«Brilhante. A prosa de Atwood é tão intimista que parece estar escrita na pele.»
Hilary Mantel
«Atwood confirma o seu estatuto como uma das mais notáveis romancistas da nossa era.» The Sunday Times «Margaret Atwood superou-se a si própria, escrevendo com uma intensidade cintilante e melodiosa.»
The New York Review of Books
«O controlo de Atwood sobre o período que retrata flui, irresistível e soberbo. A autora levou a arte ao extremo e o resultado é avassalador. Estes são, certamente, os limites que um romance pode alcançar.»
The Independent
«Chamavam-lhe Grace apresenta uma visão crítica e extraordinariamente atual sobre a posição da mulher no mundo.»
ABC Cultural